Não sei bem como começar. Mas tenho que começar. Não sei por onde, nem o porquê de tudo isso, mas o começo é sempre o começo. É quando achamos que vai dar tudo certo, ou tudo errado. Copo meio cheio, meio vazio. Questão de ponto de vista. Ponto. E pronto.
Não quero que você me elogie, muito menos que se impressione com tudo isso. Só quero mesmo desabafar um pouco, falar da vida, da minha vida. Talvez eu fale da vida de outrem, mas não muito. Quero falar de mim, do que sinto. Posso até mentir, mas estarei mentindo sobre mim. Falar dos outros é normal. Todo mundo fala. Falar de si mesmo é bem mais complicado. Principalmente quando o sonho pode se tornar pesadelo. Mas isso depende de você, de mim, de quem estiver no sonho.
Dizem que sonhos são vontades da nossa mente que realizamos enquanto dormimos. E quando estamos acordados e pensamos que é um sonho, e que este sonho está se tornando pesadelo? É melhor pular da cama logo, antes que se assuste com as coisas. Sim, coisas. Porque ultimamente pessoas não são mais pessoas, são coisas, matrículas, senhas, cadastros. Não pessoas.
Queria voltar a ser "pessoas". Por isso volto pra casa, meu lar doce lar. É aqui o meu refúgio, aqui sou pessoa.
Hoje na hora do almoço, me deparei com uma pessoa entre tantas outras que me chamou a atenção. Todos pedem "uma esmola por favor", mas este implorou por um prato de comida. Como todos os outros, eu disse que não tinha dinheiro. Menti. Eu tinha. Uns vinte passos à frente não consegui prosseguir. Voltei. Dei a ele o prato de comida que tanto queria. E quem ficou mais feliz? Eu. Porque pra ele era só mais um prato de comida e ele não deve nem saber quando vai comer de novo. Não eve nem sonhar. Mas eu fiquei feliz.
E é por essas e outras coisas que, às vezes, consigo pensar que os sonhos ainda podem existir e, quem sabe até, se tornarem realidade, sem antes, ser pesadelos.
Não quero que você me elogie, muito menos que se impressione com tudo isso. Só quero mesmo desabafar um pouco, falar da vida, da minha vida. Talvez eu fale da vida de outrem, mas não muito. Quero falar de mim, do que sinto. Posso até mentir, mas estarei mentindo sobre mim. Falar dos outros é normal. Todo mundo fala. Falar de si mesmo é bem mais complicado. Principalmente quando o sonho pode se tornar pesadelo. Mas isso depende de você, de mim, de quem estiver no sonho.
Dizem que sonhos são vontades da nossa mente que realizamos enquanto dormimos. E quando estamos acordados e pensamos que é um sonho, e que este sonho está se tornando pesadelo? É melhor pular da cama logo, antes que se assuste com as coisas. Sim, coisas. Porque ultimamente pessoas não são mais pessoas, são coisas, matrículas, senhas, cadastros. Não pessoas.
Queria voltar a ser "pessoas". Por isso volto pra casa, meu lar doce lar. É aqui o meu refúgio, aqui sou pessoa.
Hoje na hora do almoço, me deparei com uma pessoa entre tantas outras que me chamou a atenção. Todos pedem "uma esmola por favor", mas este implorou por um prato de comida. Como todos os outros, eu disse que não tinha dinheiro. Menti. Eu tinha. Uns vinte passos à frente não consegui prosseguir. Voltei. Dei a ele o prato de comida que tanto queria. E quem ficou mais feliz? Eu. Porque pra ele era só mais um prato de comida e ele não deve nem saber quando vai comer de novo. Não eve nem sonhar. Mas eu fiquei feliz.
E é por essas e outras coisas que, às vezes, consigo pensar que os sonhos ainda podem existir e, quem sabe até, se tornarem realidade, sem antes, ser pesadelos.
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