Congonhas. Sim. Congonhas. Nos mudamos pra lá em julho de 1985. Faltavam apenas 5 meses pra eu completar 5 anos. Mudar de escola no meio do ano não é nada fácil. Principalmente quando se trata do primeiro ano de aula. Na Ferteco eu sentia a "tia" muito mais boazinha do que na nova escola: Pingo de Gente. Eu me sentia bem como no nome da escola mesmo, parecia que eu era um pingo perto de tanta gente malvada la. Bobagem, era apenas o medo normal do desconhecido.
Nossa rua não era calçada, era uma terra só, cheia de buracos, credo! Em dia de chuva o opala 71 não conseguia sair de casa, nem ele, nem a gente. Mas era bom. Me lembro quando entrei na cozinha e vi o sofá novo ainda no plástico pra ser levado pra sala. A casa tinha varanda, um monte de samambaias na varanda. Era um tal de molhar as samambaias e depois lavar a varanda que ninguém merece.
Com o tempo fui fazendo amizades, não podia brincar na rua quase nada, mas quando podia, brincava. Pique-pega, pique-esconde, rouba-bandeira, queimada. Era bom demais. Até a hora em que a Dona Lucinha gritava "ô Sheeeeeilaa!" e eu corria pra casa... rs... Minha mãe não muda nunca. A única coisa que mudou é que hoje temos celular e não precisamos mais gritar né?!
Me lembro que quando eu era criança pequena lááá em Congonhas... rs... Então... Sempre tinha shows de graça pra gente grande ir. Daí, minha mãe ia levar as minhas irmãs adolescentes e eu ficava feliz da vida com o meu pai me ensinando a rezar. Tinha um livrinho com as orações todas e eu ficava decorando elas e rezando junto dele. Meu pai ainda reza todos os dias até hoje. Eu, nem tanto. Preciso rezar mais, preciso sim.
Algumas lembranças são tão simples mas nunca se apagam da memória da gente. Ainda bem. Lembro da cena de minha mãe arrumando as camas, ouvindo vinil do Chitãozinho e Chororó, João Mineiro e Marciano, e eu, sentada no chão do quarto montando vários quebra-cabeças da turma da Mônica. Tinha um que era no fundo do mar, eu adorava este.
Família é um negócio muito bom que a gente tem...
E histórias sobre ela são melhores ainda...
Nossa rua não era calçada, era uma terra só, cheia de buracos, credo! Em dia de chuva o opala 71 não conseguia sair de casa, nem ele, nem a gente. Mas era bom. Me lembro quando entrei na cozinha e vi o sofá novo ainda no plástico pra ser levado pra sala. A casa tinha varanda, um monte de samambaias na varanda. Era um tal de molhar as samambaias e depois lavar a varanda que ninguém merece.
Com o tempo fui fazendo amizades, não podia brincar na rua quase nada, mas quando podia, brincava. Pique-pega, pique-esconde, rouba-bandeira, queimada. Era bom demais. Até a hora em que a Dona Lucinha gritava "ô Sheeeeeilaa!" e eu corria pra casa... rs... Minha mãe não muda nunca. A única coisa que mudou é que hoje temos celular e não precisamos mais gritar né?!
Me lembro que quando eu era criança pequena lááá em Congonhas... rs... Então... Sempre tinha shows de graça pra gente grande ir. Daí, minha mãe ia levar as minhas irmãs adolescentes e eu ficava feliz da vida com o meu pai me ensinando a rezar. Tinha um livrinho com as orações todas e eu ficava decorando elas e rezando junto dele. Meu pai ainda reza todos os dias até hoje. Eu, nem tanto. Preciso rezar mais, preciso sim.
Algumas lembranças são tão simples mas nunca se apagam da memória da gente. Ainda bem. Lembro da cena de minha mãe arrumando as camas, ouvindo vinil do Chitãozinho e Chororó, João Mineiro e Marciano, e eu, sentada no chão do quarto montando vários quebra-cabeças da turma da Mônica. Tinha um que era no fundo do mar, eu adorava este.
Família é um negócio muito bom que a gente tem...
E histórias sobre ela são melhores ainda...
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