Quem nunca viu um alguém com cabelão encaracolado sentado na subida para a Basílica meditando com as pernas cruzadas?
Quem nunca lhe deu uma cigarro? Ou uma moedinha que é a mesma coisa?
Não há quem more em Congonhas que nunca tenha sido abordado por ele ou pelo menos visto ele se intrometer nas conversas das rodinhas nos finais de semana em frente aos bares da JK.
E agora? Quem vai te chamar e pedir um cigarro? Pra você negar e ele dizer que cinquenta centavos é a mesma coisa?
E os xiliques que o camarada tinha quando cismava de chamar os "santos" e sei lá o quê do candomblé?
Você pode até dizer que não, mas vai sentir falta dele. Vai sentir falta do risinho debochado de um simples cidadão que nada tinha a fazer a não ser viver e conviver com os moradores da cidade sempre buscando bater papo, torturar, assustar, enfim, participar da história dos finais de semana da bela Congonhas.
Agora ele se foi. Não mais teremos sua presença, seus pedidos, suas "zigueziras" pelas noites afora.
O que importa agora é que ele tenha um bom descanso e que nós não deixemos que se perca mais esse folclore da nossa querida Congonhas.
Lobo, descanse em paz...
E com a contribuição do nosso amigo Lugano, eis algumas pérolas:
"O sol é pra todos, mas a sombra é pra poucos"
"Ô meu pai oxalá saravá"
Quem nunca lhe deu uma cigarro? Ou uma moedinha que é a mesma coisa?
Não há quem more em Congonhas que nunca tenha sido abordado por ele ou pelo menos visto ele se intrometer nas conversas das rodinhas nos finais de semana em frente aos bares da JK.
E agora? Quem vai te chamar e pedir um cigarro? Pra você negar e ele dizer que cinquenta centavos é a mesma coisa?
E os xiliques que o camarada tinha quando cismava de chamar os "santos" e sei lá o quê do candomblé?
Você pode até dizer que não, mas vai sentir falta dele. Vai sentir falta do risinho debochado de um simples cidadão que nada tinha a fazer a não ser viver e conviver com os moradores da cidade sempre buscando bater papo, torturar, assustar, enfim, participar da história dos finais de semana da bela Congonhas.
Agora ele se foi. Não mais teremos sua presença, seus pedidos, suas "zigueziras" pelas noites afora.
O que importa agora é que ele tenha um bom descanso e que nós não deixemos que se perca mais esse folclore da nossa querida Congonhas.
Lobo, descanse em paz...
E com a contribuição do nosso amigo Lugano, eis algumas pérolas:
"O sol é pra todos, mas a sombra é pra poucos"
"Ô meu pai oxalá saravá"
Nenhum comentário:
Postar um comentário